Existe uma diferença enorme entre executar uma ferramenta de segurança e realizar uma análise de vulnerabilidade de verdade.
Scanners são úteis. Eles identificam versões vulneráveis, configurações suspeitas, headers ausentes e padrões conhecidos. Mas as falhas mais relevantes raramente aparecem como um simples alerta vermelho em um dashboard.
Vulnerabilidades críticas geralmente surgem da combinação entre componentes que, analisados isoladamente, parecem funcionar corretamente.
Um endpoint valida a autenticação.
Outro endpoint valida a existência do recurso.









