Vídeo de Filipe Barros associa Lulinha, Frie Chico e irmãos Batista a escândalos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Post impulsionado por Filipe Barros (PL) associa filho e irmão de Lula a corrupção — Foto: Reprodução Pré-candidato ao Senado no Paraná, o deputado Filipe Barros (PL-PR) impulsionou conteúdos contra o PT e Lula nas redes sociais, prática vedada pela legislação eleitoral e já monitorada por adversários. A publicação mais contestada é um vídeo que fala da “Copa do Corrupção” e faz paralelo com um álbum cujas figurinhas são de Lulinha, Frei Chico (irmão de Lula), os irmãos Batista e outros nomes associados ao PT, como a marqueteira Danielle Miranda, que fez negócios com o “Careca do INSS”. A gravação afirma que os personagens estiveram envolvidos na Lava Jato e agora estão mais uma vez implicados nas fraudes do INSS. Diz: “Passaram-se os anos, mudam os escândalos e as capas dos álbuns, mas por dentro as figurinhas permanecem as mesmas”. No mesmo vídeo, Barros aparece ao final e diz que “esse ano de 2026 será decisivo para a gente renovar a política nacional”. Segundo especialistas em direito eleitoral, há duas irregularidades na publicação: o impulsionamento de conteúdo negativo e a propaganda eleitoral antecipada. Diz o advogado e professor da FGV Fernando Neisser: — A menção final é o que a jurisprudência do TSE entende como pedido de voto não explícito, mas suficientemente configurado para ser o caso de se considerar propaganda eleitoral antecipada ilegal. Mesmo aquela que é negativa no sentido “não vote nessas pessoas” tem o mesmo efeito daquela positiva que seja “vote em mim”. Além disso, mesmo durante o período eleitoral, é absolutamente proibido o impulsionamento de qualquer conteúdo negativo, que fala contra alguém. Nesse caso, uma vez provocada, a Justiça Eleitoral pode determinar sua remoção e até aplicar multa.
Candidato do PL ao Senado impulsiona conteúdo negativo contra o PT, proibido por lei eleitoral
Vídeo de Filipe Barros associa Lulinha, Frie Chico e irmãos Batista a escândalos







