O prazo para registrar as candidaturas neste ano termina em 15 de agosto. Na última segunda-feira (6), Michelle participou de um culto na casa da governadora do DF, Celina Leão (PP). O evento reuniu mulheres de várias denominações evangélicas. "Deus é muito sério para Michelle. Ela baseia a vida na fé", afirmou uma das participantes na saída do evento. ➡️Atritos recentes com Flávio Bolsonaro, no entanto, levaram a ex-primeira-dama a deixar o comando do PL Mulher e colocaram a própria candidatura em xeque (veja mais detalhes abaixo). ➡️Michelle chegou a ameaçar deixar o PL, o que automaticamente anularia sua chance de ser candidata em razão dos prazos eleitorais. Foi, no entanto, convencida a pensar melhor. Veja a cronologia do conflito entre Michelle e filhos de Jair Bolsonaro Questionada sobre a intenção de concorrer ao Senado, após o culto, Michelle respondeu a uma interlocutora que aguarda um "sinal divino" para saber seu futuro e propósito na política. A ex-primeira-dama adicionou que baseia suas decisões na espiritualidade. LEIA TAMBÉM: Equipe em reorganização Nos últimos dias, Michelle está reorganizando a estruturava que a assessorava nas atividades do PL Mulher e na pré-candidatura. Os funcionários que eram pagos pelo PL estão cumprindo aviso prévio. Alguns devem continuar com Michelle – mas agora de forma voluntária, sem receber salário. É esse grupo, inclusive, que vai ajudar Michelle Bolsonaro no movimento "Imparáveis", lançado na última quinta (9). Crise com Flávio Bolsonaro Michelle relatou que os dois não se falam desde o fim de 2025 e disse ter interpretado que seu apoio à pré-candidatura de Flávio não era desejado. "Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante", afirmou na ocasião. Valdemar Costa Neto emite nota sobre saída de Michelle Bolsonaro do PL Mulher LEIA TAMBÉM: Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Michelle Bolsonaro aguarda 'sinal de Deus' para decidir sobre Senado | G1
Michelle Bolsonaro condiciona sua disputa ao Senado pelo DF a um sinal divino, em meio a crises internas no PL e a proximidade do prazo eleitoral de agosto.











