Pesquisa que será divulgada na quarta-feira (15) também medirá intenções de voto e interesse dos brasileiros pela eleição de 2026 Michelle e Flávio Bolsonaro — Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo A nova edição da pesquisa eleitoral Quaest para presidente será divulgada na próxima quarta-feira (15), com perguntas sobre as medidas mais recentes o racha na família Bolsonaro e a suspeita de envolvimento do senador Jacques Wagner (PT-BA) no caso Master. Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o trabalho de pesquisa começou nesta sexta-feira (10) e irá até a segunda-feira (13). A apuração vai entrevistar 2004 eleitores a partir dos 16 anos em todo o país em um questionário que consiste na realização de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais. A margem de erro do resultado é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. Encomendada pelo Banco Genial, a consulta custou R$ 433 mil e está sob o registro BR-07181/2026 no TSE. Com 101 perguntas, o questionário tem uma primeira seção espontânea, partindo posteriormente para uma seção estimulada, com os seguintes candidatos sendo exibidos: Flávio Bolsonaro (PL)Luiz Inácio Lula da Silva (PT)Romeu Zema (Novo)Ronaldo Caiado (PSD)Renan Santos (Missão)Joaquim Barbosa (DC)Edmilson Costa (PCB)Heró Bezerra (PRTB) Escritor Augusto Cury (Avante)Cabo Daciolo (Mobiliza)Hertz Dias (PSTU)Rui Costa Pimenta (PCO) Samara Martins (UP) Os entrevistados também serão perguntados sobre o nível de conhecimento e rejeição que tem dos candidatos expostos. Para um segundo turno, são simulados três cenários. São eles: Lula vs Ronaldo CaiadoLula vs Flávio Bolsonaro Lula vs Romeu Zema Lula vs Renan Santos A pesquisa também busca medir a aprovação do governo e avaliação específica do eleitor em temas gerais como a situação da economia, preços de alimentos e emprego. Em outro momento, a pesquisa afere o nível de interesse do entrevistado na eleição presidencial, questionando se ele pretende acompanhar o noticiário sobre política, ler, ouvir ou assistir a programas e entrevistas dos candidatos, seguir os candidatos nas redes sociais ou até mesmo ir às ruas em apoio ao candidato. Contam com seções exclusivas de perguntas no questionário temas como o fim da escala 6x1, as tarifas impostas ao Brasil pelos EUA, a viagem de Flávio Bolsonaro aos EUA, a suspeita de envolvimento do senador Jacques Wagner no caso Master e os vídeos da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro contando sobre suas divergências políticas e pessoais com Flávio Bolsonaro. Outros temas são a proposta enviada ao congresso pelo governo Lula de ampliação do faturamento máximo permitido para o empreendedor que se enquadra como MEI (Microempreendedor Individual), a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e o programa Desenrola 2.0 realizado em maio deste ano. Últimos resultados A última edição divulgada da pesquisa saiu no dia 10 de junho. No cenário de primeiro turno, o resultado foi: Lula (PT) - 39%Flávio Bolsonaro (PL) - 29%Ronaldo Caiado (PSD) - 3%Renan Santos (Missão) - 3%Romeu Zema (NOVO) - 2%Augusto Cury (Avante) - 1% Samara Martins (UP) - 1%Joaquim Barbosa (DC) - 1% Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0%Edmilson Costa (PC) - 0%Heró Bezerra (PRTB) - 0% Uma parcela de 9% votaria em branco ou anularia o voto. 10% estavam indecisos. Em um possível segundo turno, Lula aparecia numericamente acima de Flávio Bolsonaro, com 44% de intenção de voto contra 38%, brancos e nulos somavam 14%, com 4% sem opinião. Já diante de Caiado, Lula tinha 45% ante 35% do adversário, 16% votariam em branco e 4% não opinaram. Em um cenário contra Romeu Zema, Lula contava com 45% das intenções de voto, contra 35% do ex-governador de Minas Gerais. 17% eram brancos ou nulos, e 3% indecisos. Contra Renan Santos, o petista tinha 45%, contra 31% do político ligado ao MBL. 4% estavam indecisos e 20% votariam branco ou nulo. O levantamento ouviu 2.004 eleitores e o registro no TSE tem o código BR-07661/2026 *Estagiário sob supervisão de Diogo Max
A nova pesquisa Quaest para presidente após a crise na família Bolsonaro
Pesquisa que será divulgada na quarta-feira (15) também medirá intenções de voto e interesse dos brasileiros pela eleição de 2026












