0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Lula e Flávio Bolsonaro — Foto: Arquivo O GLOBO A Quaest entra em campo nesta sexta-feira para medir as intenções de voto à Presidência da República. Até segunda-feira, 2.004 brasileiros serão entrevistados presencialmente e o resultado será divulgado na quarta-feira, dia 15. Encomendada pelo Banco Genial, a um custo de R$ 433,2 mil, é a sétima pesquisa do ano para as eleições de outubro — e a primeira da empresa após dois fatos que impactaram a campanha de Flávio Bolsonaro: como o vídeo bomba de Michelle Bolsonaro descendo a borduna no enteado, o ataque do bolsonarista Paulo Figueiredo ao direito ao voto feminino. Várias perguntas da pesquisa serão sobre esses dois temas. A pouco menos de três meses da eleição, a pesquisa vai servir para medir o quanto Flávio Bolsonaro foi atingido. E também para verificar se a revelação de que Jaques Wagner tinha relações suspeitas com o Banco Master impactou na candidatura de Lula: há quatro perguntas sobre o tema na pesquisa. O questionário começa querendo saber se o entrevistado já escolheu algum candidato. Se a resposta for sim, será perguntado "quem?". Nesta parte, não será mostrada qualquer lista de candidatos. Em seguida, a partir de uma lista de 12 nomes em ordem alfabética dada pelo pesquisador, o entrevistador pergunta se o entrevistado conhece algum desses candidatos e em qual não votaria de jeito nenhum. Eis a relação: Augusto Cury, Cabo Daciolo, Edmilson Costa, Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Heró Bezerra, Joaquim Narbosa, Lula, Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Samara Martins. Logo depois, a Quaest quer saber em qual desses 12 candidatos o entrevistado votaria. Em seguida, pergunta se essa decisão é definitiva. E se o entrevistado escolheria outro candidato na hipótese de o seu preferido desistir. Em seguida, serão apresentados quatro cenários para um segundo turno com cenários em que Lula disputa com Flávio, Renan, Caiado e Zema. A pesquisa também vai medir se Lula "merece continuar como presidente por mais quatro anos" e a aprovação do seu governo. E também o que dá "mais medo" no eleitor: uma vitória de Lula ou de Flávio em outubro. Assim como, serão medidas as expectativas em relação à economia e o grau de endividamento do brasileiro; se a população conhece e aprova o programa Desenrola 2 e como avaliou a viagem de Flávio aos EUA nesta semana. ​​​​​​​​​​​​​​​A última Genial/Quaest, de junho, mostrou Lula na liderança isolada, com 39% das intenções de voto no 1º turno, abrindo uma vantagem de dez pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro, que apareceu com 29%.