Em vez de fundos próprios, atuação poderia ser por meio da alocação em assets externas, no modelo mais típico dos multifamily offices Com R$ 27,8 bilhões sob seu guarda-chuva, o ASA, grupo fundado por Alberto Safra seis anos atrás, tem feito mudanças sucessivas na sua estrutura. Segundo alocadores e observadores do setor, as alterações podem estar ligadas a uma revisão da estratégia de ter fundos próprios para privilegiar a atuação por meio de uma curadoria que usa carteiras de assets externas, no modelo mais típico dos multifamily offices.

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