Para Rogério Freitas, chefe de investimentos do ASA, ativos reais devem proteger carteiras de repressão financeira; NTN-Bs oferecem bom ponto de entrada Rogério Freitas, do ASA, diz acreditar em uma tese de repressão financeira, ao esperar inflação mais alta no mundo — Foto: Gabriel Reis/Valor O aumento recente dos juros longos ao redor do mundo não altera a tese do ASA de que, mais à frente, a economia global caminha para um período de “repressão financeira”, em que os países avançados devem buscar reduzir o peso do endividamento elevado por meio de juros reais mais baixos, ainda que a inflação fique mais alta. “É exatamente essa visão que orienta parte da construção dos nossos portfólios e da gestão do patrimônio dos clientes”, diz o chefe de investimentos da casa, Rogério Freitas, que mostra preferência por ativos reais.

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