Escultura teve o arco furtado novamente; obra havia sido recuperada em um restauro de R$ 50 mil concluído em junho 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Curumim foi vandalizado novamente — Foto: Divulgação/Secretaria municipal de Conservação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 09/07/2026 - 12:06 "Escultura Curumim é Vandalizada Novamente na Lagoa Rodrigo de Freitas" A escultura Curumim da Lagoa, símbolo da Lagoa Rodrigo de Freitas, sofreu vandalismo novamente, com o arco furtado menos de um mês após sua restauração de R$ 50 mil. Inicialmente instalada em 1979, a obra homenageia povos indígenas e tem sido alvo frequente de furtos. A Prefeitura já gastou R$ 600 mil em reparos de vandalismo no último ano, destacando o impacto financeiro significativo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A escultura Curumim da Lagoa, um dos símbolos da Lagoa Rodrigo de Freitas, voltou a ser alvo de vandalismo menos de um mês após ser reinstalada no local. Vinte dias depois de passar por um processo de restauração, concluído em 19 de junho, o monumento de bronze teve novamente o arco furtado. A recuperação da obra custou R$ 50 mil aos cofres da Secretaria Municipal de Conservação. Para garantir a fidelidade da restauração, o secretário Diego Vaz convidou o artista plástico Luiz Augusto Correia de Araújo, filho do escultor pernambucano Pedro Gaspar Jens Correia de Araújo, autor da peça inaugurada em 1979. Com quase dois metros de altura e cerca de 200 quilos, o Curumim foi instalado como uma homenagem aos povos indígenas que habitavam a região da Lagoa Rodrigo de Freitas. Ao longo das últimas décadas, a escultura tornou-se um dos monumentos mais conhecidos e fotografados da Zona Sul, mas também passou a figurar entre os principais alvos de furtos e atos de vandalismo. Na tentativa de preservar a obra, a Prefeitura transferiu a escultura, em 2011, para uma pedra mais afastada da margem da lagoa. A medida, no entanto, não impediu novas ações criminosas. Os prejuízos provocados por furtos e depredações de monumentos têm pesado nos cofres públicos. Apenas no ano passado, a Secretaria Municipal de Conservação desembolsou cerca de R$ 600 mil para reparar danos causados por vandalismo. — Cerca de 30% de tudo que a Secretaria de Conservação gasta com os monumentos vai para recuperar o que foi destruído, não para avançar, mas para voltar ao ponto de partida. Só nesta restauração foram R$ 50 mil. É dinheiro público que deveria estar em outras frentes, mas que precisa cobrir o que a impunidade permite — lamentou o secretário municipal de Conservação, Diego Vaz.