Em 1981, quando Sam Raimi dirigiu seu primeiro filme independente, certamente não imaginava que aquele seria apenas o início do caminho para a explosão de uma das maiores franquias do gênero de terror. "Uma Noite Alucinante - A Morte do Demônio" é um verdadeiro clássico, e sua proposta é tão bem-sucedida que seu impacto permanece irretocável.
Dentre seus maiores triunfos, estão os efeitos práticos, que se mantêm atuais e talvez sejam até mais assustadores do que tantas outras produções contemporâneas que usufruem, às vezes exclusivamente, da computação gráfica para impactar seu público.
Agora, 45 anos, cinco filmes e uma série depois, "A Morte do Demônio" segue contabilizando mortes, sustos e demônios, expandindo seu microcosmo e sustentando sua base com histórias conectadas entre si —e pela quantidade de sangue derramado. É o caso de "A Morte do Demônio: A Ascensão", de 2023, e o mais recente, "Em Chamas", que chega aos cinemas nesta quinta.
Na trama, após a perda repentina do marido, Alice, vivida por Souheila Yacoub, vai para a casa isolada da família dele numa tentativa de acolher e viver o luto juntos. Contudo, tudo se transforma em um pesadelo quando seu sogro é possuído por forças demoníacas, ao passo que segredos do passado são descobertos.













