Decisão ocorreu porque, às vésperas da votação no CNPE, representantes do setor intensificaram a pressão pela aprovação do benefício na Câmara dos Deputados Embora seja favorável à elevação da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32% (E32), o governo adiou a decisão em busca de construir entendimento com o setor para que o avanço da medida não seja acompanhado de novas pressões pela aprovação de uma subvenção ao combustível no Congresso. O tema está em discussão na Câmara por meio do Projeto de Lei Complementar (PLP) que viabiliza a redução de tributos sobre os combustíveis em 2026.

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