Senadora do Paraguai profere insultos racistas contra o atacante francês Kylian Mbappé
Apesar da pressão internacional após os ataques racistas contra o jogador da França Kylian Mbappé, as chances da senadora paraguaia, Celeste Amarilla, sofrer consequências criminais em seu país são baixas.
Ao g1, o advogado paraguaio Julio Scarone, especialista em direito esportivo, aponta que há um vazio na legislação do país para casos de discriminação racial.
"O Paraguai não tem uma lei geral contra a discriminação nem um tipo penal de racismo ou injúria racial", explica.
"Poderia haver uma tentativa de enquadrar a conduta como difusão de ideias baseadas na superioridade racial, mas Amarilla não defendeu uma teoria de superioridade. Assim, a forma mais comum de racismo — o insulto direto — acaba sem tipificação", afirma.













