'O elenco é o ponto alto, com Seth Rogen quase como um alter ego do Woody Allen dos bons tempos', diz crítico; Bonequinho aplaude 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 'O convite': com Olivia Wilde, Seth Rogen, Edward Norton e Penélope Cruz — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 08/07/2026 - 15:30 "Remake 'O Convite' Explora Crises Conjugais com Humor Surreal" Dirigido por Olivia Wilde, "O convite" aborda crises conjugais com humor e toques surreais. O filme, remake do espanhol "Sentimental", destaca-se pelo elenco, com Seth Rogen brilhando como um alter ego de Woody Allen. A trama se desenrola em meio a jantares que expõem desejos e tensões entre casais, enriquecida por insights da psicoterapeuta Esther Perel. A crítica aprova com entusiasmo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A perda do desejo sexual pode ser tanto sintoma quanto consequência de crises conjugais que acometem casais durante uma relação longa e com filhos. O tema é universal e o interesse por ele também. Prova disso é que o filme espanhol “Sentimental” (2020), do diretor Cesc Gay, adaptado de uma peça de sua autoria, já teve remakes na Itália, Suíça, França, Coreia do Sul e, mais recentemente, nos EUA, batizado de “O convite”, que acaba de chegar aos cinemas. É o terceiro longa dirigido pela atriz Olivia Wilde, que fez o dever de casa corretamente, buscando inspiração em clássicos com estrutura semelhante sobre casais em crise, como “Quem tem medo de Virginia Woolf”, de Mike Nichols. Ela procura soluções visuais que confiram dinamismo ao filme, que se passa no apartamento do casal Angela (a própria Wilde) e Joe (Seth Rogen). Eles recebem para jantar os vizinhos do andar de cima, Pina (Penelope Cruz) e Hawk (Edward Norton), cuja voracidade barulhenta na cama costuma irritar Joe, mas desperta a curiosidade de Angela. Quando o assunto vem à tona, o constrangimento inicial dá lugar a uma série de situações cômicas que por vezes beiram o surreal. O roteiro teve consultoria da badalada psicoterapeuta Esther Perel, apimentando a reflexão sobre o desejo que no fim das contas também soa profunda e séria. O elenco é o ponto alto, com Seth Rogen quase como um alter ego do Woody Allen dos bons tempos, aquele que traduziu como ninguém, em filmes como “Manhattan” e “Hannah e suas irmãs”, os problemas existenciais de casais burgueses. Cotação: Bonequinho aplaude.