A Alerj emprega cerca de 5 mil pessoas ou cinco vezes mais, por exemplo, que a Shell Brasil 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Antiga sede da Alerj — Foto: Márcia Foletto O Ministério Público do Rio entrou com recurso contra uma decisão de primeira instância que livrou a Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) de implantar controle eletrônico de frequência para seus servidores. O objetivo da ação é obrigar a casa legislativa a adotar registro de ponto e regulamentar as atividades externas dos funcionários. A Promotoria sustenta que as medidas reforçam a transparência e ajudam a evitar irregularidades, como pagamento de salários para funcionários fantasmas e até mesmo a famosa "rachadinha" (que é quando o político fica com parte do salário de seus assessores e cujo caso mais famoso da Alerj envolveu Flávio Bolsonaro, na época deputado estadual, que terminou não sendo condenado). O MP recorreu, ainda, em outra ação que contesta a desproporção entre servidores comissionados e concursados na Assembleia. A ação destaca que, em 2023, a Casa tinha 4.891 comissionados para apenas 400 efetivos - uma proporção de aproximadamente 12 para 1, e pede um plano de reestruturação para ampliar gradualmente o quadro de servidores efetivos. Cabide de emprego Em tempo. A Assembleia Legislativa do Rio é um dos grandes empregadores do Estado. Com cerca de cinco mil funcionários, o número é cerca de cinco vezes mais, só para ficar num exemplo aleatório, do que emprega no Rio, a Shelll Brasil, empresa com forte atuação na exploração de petróleo.
Ministério Público insiste em implantar controle de ponto dos funcionários da Assembleia Legislativa
A Alerj emprega cerca de 5 mil pessoas ou cinco vezes mais, por exemplo, que a Shell Brasil
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