Considerado culpado pelo homicídio de 12 mulheres e três homens entre setembro de 2021 e julho de 2024, utilizando coquetéis letais de sedativos, um médico de 41 anos é suspeito de muitos outros assassinatos que ainda estão sendo investigados.

Identificado como Johannes M., ele recebeu a pena máxima de prisão perpétua, com reconhecimento da "particular gravidade dos crimes". Além disso, o alemão também está proibido de exercer a medicina para sempre.

Os membros do júri seguiram as recomendações da promotoria em todos os pontos. A juíza Sylvia Busch descreveu o homem como um "assassino em série" no centro de um caso "inconcebível" e "fora do comum".

"Esses atos não têm nada a ver com morte assistida", que é ilegal na Alemanha, afirmou a juíza durante o julgamento nesta quarta-feira, enfatizando que a maioria dos pacientes mortos queria viver e que alguns ainda poderiam ter esperança de seguir suas vidas por muito tempo.

Morte 'em minutos'