No mês passado, americano assinou ordem executiva encerrando programa de sanções dos EUA contra a nação síria, permitindo o fim do isolamento do país do sistema financeiro internacional O presidente dos EUA, Donald Trump, cumprimenta o presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, durante uma reunião bilateral paralela à cúpula de líderes da Otan no Complexo Presidencial de Bestepe, em Ancara, Turquia, em 8 de julho de 2026 — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que acredita que retirará a Síria da lista americana de Estados designados como patrocinadores do terrorismo. "Acho que vou", disse o americano a jornalistas em resposta a uma pergunta durante uma reunião com o presidente da Síria, Ahmed al-Sharaa, na Turquia. Washington já havia informado anteriormente que está revisando a designação do território síerio como Estado patrocinador do terrorismo, classificação que impõe restrições à assistência externa americana, às exportações de defesa e a determinadas transações financeiras. No mês passado, Trump assinou uma ordem executiva encerrando um programa de sanções americanas contra a Síria, permitindo o fim do isolamento do país do sistema financeiro internacional e reforçando o compromisso dos EUA de ajudar em sua reconstrução após uma guerra civil devastadora. Diversas empresas sauditas planejam investimentos de bilhões de dólares como parte dos esforços de Riad para apoiar a recuperação da Síria, enquanto outros países do Golfo também prometeram assistência financeira. Os Estados Unidos já desmontaram a maior parte do regime de sanções contra a Síria e revogaram a Lei César, que impunha amplas sanções a indivíduos, empresas e instituições ligados ao ex-presidente Bashar al-Assad. Washington, porém, afirma que continuará impondo sanções contra Assad e seus aliados, bem como contra supostos violadores dos direitos humanos e outros atores que, segundo os EUA, desestabilizam a região. Trump elogiou Sharaa, que foi comandante da Frente Nusra, braço da Al Qaeda na Síria, antes de romper com o grupo em 2016. Depois, liderou uma coalizão de facções rebeldes islamistas que derrubou Assad no fim de 2024. "Ele é respeitado por todos, inclusive por mim", disse Trump, que tem incentivado as ações de Sharaa contra o grupo extremista Estado Islâmico na região. O presidente da Síria, Ahmed al-Sharaa, acena enquanto cumprimenta apoiadores do lado de fora da Casa Branca, na segunda-feira, 10 de novembro de 2025, em Washington, após uma reunião com o presidente Donald Trump — Foto: AP/Jacquelyn Martin, Arquivo
Trump sinaliza possibilidade de retirar a Síria da lista de países patrocinadores do terrorismo
No mês passado, americano assinou ordem executiva encerrando programa de sanções dos EUA contra a nação síria, permitindo o fim do isolamento do país do sistema financeiro internacional










