Entidade se beneficia de direitos de TV, venda de ingressos e patrocínios corporativos Infantino, presidente da Fifa, posa com bandeira egípcia durante a vitória da Argentina contra o Egito, por 3 a 2 — Foto: Abbie Parr A Copa do Mundo de 2026 nem acabou e já entra para a história pela dimensão inédita do torneio. Disputada em três países (EUA, México e Canadá) e com o maior número de jogos já realizado em uma edição, a competição se encaminha para se tornar a mais lucrativa de todos os tempos. O problema, segundo especialistas, é que a Fifa se apropriará da maior parte desse retorno financeiro, enquanto as promessas de impulso econômico adicional para as cidades-sede correm o risco de não se confirmar - deixando um legado desigual.
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