Advogados informam que arma do ex-presidente é a mesma que havia sido apreendida em blitz e que originou inquérito 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Bolsonaro faz gesto em alusão a armas durante ato na Avenida Paulista, em São Paulo — Foto: Paulo Lopes/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 07/07/2026 - 17:07 Defesa de Bolsonaro informa ao STF que pistola está com Polícia Civil do DF A defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que a pistola Glock, considerada não localizada pelo Exército, está com a Polícia Civil do DF, ligada a um inquérito sobre uma abordagem policial. A defesa alega divergência no número de série. O Exército havia afirmado ao STF que a pistola e uma espingarda não estavam sob sua custódia, apesar da ordem de entrega à Polícia Federal. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a pistola Glock calibre 9 mm apontada pelo Exército como não localizada está, na realidade, apreendida pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) no âmbito do inquérito que investiga a arma encontrada com um sargento da segurança de Bolsonaro durante uma abordagem policial. Segundo os advogados, houve apenas uma divergência na identificação do número de série do armamento. A manifestação foi protocolada nesta terça-feira após o Batalhão de Polícia do Exército de Brasília informar ao STF que duas armas relacionadas por Moraes — a pistola Glock e uma espingarda Maestro Arms Company calibre 12 — não estavam sob custódia da unidade militar, embora os demais armamentos já tivessem sido entregues à Polícia Federal. Na petição, a defesa afirma que a pistola Glock de número de série BDFW477 é o mesmo armamento atualmente acautelado pela Polícia Civil no inquérito sobre a arma apreendida na blitz, mas que, nos registros da investigação, aparece identificada de forma diferente. Segundo os advogados, a diferença decorre apenas de uma divergência na grafia do número de série. A petição foi apresentada em resposta ao ofício encaminhado pelo Exército ao Supremo após decisão de Moraes determinando o recolhimento das armas vinculadas ao ex-presidente. O ministro havia ordenado que o Batalhão de Polícia do Exército entregasse à Polícia Federal os armamentos que permaneciam sob sua guarda e cobrara informações sobre o cumprimento da medida. A situação da espingarda Maestro Arms Company calibre 12 já havia sido esclarecida pela defesa em manifestação apresentada na segunda-feira. Os advogados informaram que o armamento se encontrava no Rio Grande do Sul, razão pela qual não estava sob custódia do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília.