Segundo o Comitê Olímpico Internacional, restrições estão temporariamente suspensas; retorno dos russos, no entanto, será com maior cautela do que o executado com os bielorrussos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Logotipo do Comitê Olímpico Russo (ROC) na entrada de seu escritório em Moscou — Foto: Natalia Kolesnikova / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 07/07/2026 - 14:26 COI permite retorno de atletas russos com restrições rígidas O Comitê Olímpico Internacional (COI) suspendeu temporariamente restrições aos atletas russos, permitindo-lhes retornar a modalidades de equipe, porém sem bandeira ou hino nacional. Apesar da reintegração, o COI exige rigorosos testes antidoping devido ao ceticismo global. Atletas russos permanecerão sob bandeira neutra, enquanto o uso de símbolos nacionais será avaliado futuramente. O COI não realizará eventos na Rússia e monitorará de perto o Comitê Olímpico Russo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O Comitê Olímpico Internacional (COI) suspendeu, nesta terça-feira (7), as restrições impostas aos atletas russos, permitindo que retornem às modalidades de equipe e participem das eliminatórias para os Jogos Olímpicos de 2028. No entanto, por ora, o hino e a bandeira nacionais não serão reintegrados. Esse restabelecimento, agora recomendado às federações internacionais em seus respectivos esportes, vem acompanhado de exigências antidoping específicas no acompanhamento antidoping devido ao "ceticismo da comunidade esportiva mundial", especifica o COI em um comunicado. Cada atleta russo que retornar às "competições internacionais" deverá se submeter a "diversos testes", segundo um programa definido em conjunto pelas federações internacionais e pela Agência de Controles Internacionais. De forma geral, a reintegração destes atletas continua sendo mais cautelosa do que a dos bielorrussos, decidida pelo COI em maio sem condições específicas: puderam recuperar seu hino e sua bandeira, abandonando o status de atletas sob bandeira neutra. Em relação aos russos, a entidade prevê se pronunciar "no momento adequado sobre o uso, da bandeira, do hino e das cores russas ou de qualquer outro símbolo, durante os Jogos Olímpicos", deixando que as federações internacionais estabeleçam suas condições neste intervalo. Por enquanto, o COI não organizará eventos na Rússia nem convidará representantes do Estado russo. Reunida nesta terça-feira (7) em Lausanne, Suíça, a comissão executiva da entidade levantou "a título provisório" a suspensão do Comitê Olímpico Russo (ROC), decretada em 2023, justificando que já não conta entre seus membros com organizações esportivas localizadas em regiões ucranianas ocupadas. No entanto, as atividades do ROC nesses territórios "continuarão sendo acompanhadas de perto". A Rússia, uma potência esportiva mundial, está proibida desde 2016 de exibir sua bandeira e cores no âmbito olímpico, primeiro pelo escândalo de doping orquestrado pelo Estado, pelo qual teve de competir inicialmente sob a bandeira olímpica (2018) e, depois, sob a do ROC, em 2021 e 2022. Dias após o término dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, em fevereiro de 2022, o exército russo invadiu a Ucrânia com o apoio de Belarus, desencadeando uma série de sanções esportivas. "Ainda há muito a ser feito para implementar as decisões do COI no âmbito das organizações internacionais, mas o COI está enviando uma mensagem clara: o movimento olímpico deve ficar à margem da política", declarou o ministro dos Esportes da Rússia, Mikhail Degtyarev, no Telegram, nesta terça-feira. Rússia recria própria versão do Eurovision 1 de 13 Rússia recria própria versão do Eurovision, mas com 'valores tradicionais' — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 2 de 13 Competição musical da era soviética teve artistas de mais de 20 paíse — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 13 fotos 3 de 13 O evento havia sido criado na época para competir com o Eurovision e seus valores ocidentais, considerados "decadentes" — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 4 de 13 O concurso foi retomado em fevereiro por ordem do presidente russo Vladimir Putin — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 5 de 13 A Rússia está atualmente impedida de participar do Eurovision como parte das sanções impostas por sua ofensiva na Ucrânia — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 6 de 13 Artistas de 23 países estavam inscritos para participar — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 7 de 13 Cada artista cantou em sua língua nativa, e o vencedor foi escolhido por um júri internacional — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 8 de 13 Nenhum país da União Europeia enviou participantes para o Intervision — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 9 de 13 Número de espectadores do programa pode chegar a 1 bilhão, segundo diretor-geral da emissora Piervy Kanal — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 10 de 13 Parceiros do BRICS como Brasil, Índia, China e África do Sul são alguns dos participantes — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 11 de 13 Países representam um total de mais de 4 bilhões de pessoas, segundo os organizadores — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 12 de 13 Intervision, organizado pela primeira vez em 1965, foi originalmente concebido como um festival para a União Soviética e seus estados satélites — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 13 de 13 Após ser suspenso em 1968 e retomado em 1977, deixou de existir no início da década de 1990, logo após a queda da URSS. — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP Brasil é um dos mais de 20 participantes do Intervision