Atletas do país tinham perdido de usar os símbolos do país após início de ofensiva na Ucrânia em 2022 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Homem segura bandeira nacional da Rússia na Praça Vermelha — Foto: Kirill Kudryavtsev / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/06/2026 - 12:46 Equipe Russa de Ginástica Desiste de Competição na Romênia por Proibição de Símbolos Nacionais A equipe russa de ginástica rítmica desistiu de competir na Romênia após autoridades locais ameaçarem proibir o uso do hino e bandeira russos. Apesar da suspensão das restrições pela Federação Internacional de Ginástica, a cidade de Cluj-Napoca manteve a proibição. O Comitê Olímpico Russo chamou a medida de "violação" à Carta Olímpica, destacando o impacto da política no esporte. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A seleção russa de ginástica rítmica anunciou, nesta sexta-feira (26), a sua decisão de desistir das competições internacionais organizadas neste fim de semana na Romênia, afirmando ter sido ameaçada pelas autoridades locais de ser privada de seu hino e sua bandeira. A Federação Internacional de Ginástica suspendeu, no fim de maio, as restrições aos russos e bielorrussos adotadas após o início da ofensiva russa na Ucrânia em 2022, devolvendo assim o direito de usar suas bandeiras e hinos. No entanto, as autoridades da cidade romena de Cluj-Napoca, que organiza uma etapa da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica entre 26 e 28 de junho, informaram "oralmente" à delegação russa "que a bandeira russa não seria hasteada (...) e o hino nacional não seria executado em caso de vitória dos ginastas russos", afirmou a Federação Russa de Ginástica em um comunicado. Diante desta "violação flagrante do regulamento das competições por parte de seus organizadores", a seleção russa de ginástica rítmica decidiu "desistir de participar", especifica o texto. Contudo, a equipe "continua pronta para participar de competições que respeitem as exigências da World Gymnastics", destacou. Em um vídeo publicado na quarta-feira no Instagram, o prefeito de Cluj-Napoca, Emil Boc, afirmou ter aceitado a organização da competição em sua cidade em um momento em que os ginastas russos ainda estavam sancionados, podendo participar desse tipo de prova apenas como atletas "neutros" que cumprem certas condições, como não ter apoiado ativamente a ofensiva na Ucrânia. "Quero ser claro (...): o hino da Rússia não será tocado e a bandeira da Rússia não será utilizada para representar os atletas desse país", assegurou Boc, explicando que queria manifestar seu desacordo "com os símbolos políticos de um Estado agressor". O Comitê Olímpico Russo denunciou, na quinta-feira, uma "violação flagrante da Carta Olímpica e do princípio da neutralidade política do esporte", anunciando em nota que informou ao Comitê Olímpico Internacional sobre este incidente. Antes da ginástica, o judô e a natação também votaram pela reintegração total de atletas russos e bielorrussos, em novembro e abril, respectivamente. Rússia recria própria versão do Eurovision 1 de 13 Rússia recria própria versão do Eurovision, mas com 'valores tradicionais' — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 2 de 13 Competição musical da era soviética teve artistas de mais de 20 paíse — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 13 fotos 3 de 13 O evento havia sido criado na época para competir com o Eurovision e seus valores ocidentais, considerados "decadentes" — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 4 de 13 O concurso foi retomado em fevereiro por ordem do presidente russo Vladimir Putin — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 5 de 13 A Rússia está atualmente impedida de participar do Eurovision como parte das sanções impostas por sua ofensiva na Ucrânia — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 6 de 13 Artistas de 23 países estavam inscritos para participar — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 7 de 13 Cada artista cantou em sua língua nativa, e o vencedor foi escolhido por um júri internacional — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 8 de 13 Nenhum país da União Europeia enviou participantes para o Intervision — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 9 de 13 Número de espectadores do programa pode chegar a 1 bilhão, segundo diretor-geral da emissora Piervy Kanal — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 10 de 13 Parceiros do BRICS como Brasil, Índia, China e África do Sul são alguns dos participantes — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 11 de 13 Países representam um total de mais de 4 bilhões de pessoas, segundo os organizadores — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP 12 de 13 Intervision, organizado pela primeira vez em 1965, foi originalmente concebido como um festival para a União Soviética e seus estados satélites — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP X de 13 Publicidade 13 de 13 Após ser suspenso em 1968 e retomado em 1977, deixou de existir no início da década de 1990, logo após a queda da URSS. — Foto: Olesya Kurpyayeva/AFP Brasil é um dos mais de 20 participantes do Intervision