MoedasDólar ComercialR$ 5,132-0,7%Dólar TurismoR$ 5,338-0,72%Euro ComercialR$ 5,872-0,65%Euro TurismoR$ 6,123-0,67%B3Ibovespa172.448 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,132-0,7%Dólar TurismoR$ 5,338-0,72%Euro ComercialR$ 5,872-0,65%Euro TurismoR$ 6,123-0,67%B3Ibovespa172.448 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,132-0,7%Dólar TurismoR$ 5,338-0,72%Euro ComercialR$ 5,872-0,65%Euro TurismoR$ 6,123-0,67%B3Ibovespa172.448 pts-0,93%Oferecido por O míssil balístico intercontinental teria capacidade para atacar alvos a mais de 5 mil km de distância e de carregar armas nucleares. China testa míssil balístico intercontinental O teste de um míssil de longo alcance pela China provocou preocupação em países da Ásia e do Oceano Pacífico. O governo de Pequim divulgou apenas uma foto do míssil lançado de um submarino e que caiu no Oceano Pacífico. O míssil balístico intercontinental teria capacidade para atacar alvos a mais de 5 mil km de distância e de carregar armas nucleares. A porta-voz do Ministério do Exterior da China disse que o teste foi apenas um treinamento de rotina e não teve nenhum alvo específico, e acrescentou que todos os países relevantes foram notificados. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que a China tem o direito soberano de desenvolver suas capacidades militares e concluiu: “A China não ameaça nenhum país ou região e é uma aliada e um parceria estratégica". Teste de míssil de longo alcance pela China provoca preocupação em países da Ásia e do Pacífico — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução China e Rússia deram início nesta segunda-feira (6) navais conjuntos. O governo do Japão expressou uma grave preocupação com a crescente atividade militar da China e disse que vai manter o mais alto grau de vigilância. A porta-voz do Ministério do Exterior da Austrália considerou que o teste desestabiliza a região. O governo de Taiwan disse que o teste foi uma tentativa de intimidar a comunidade internacional. A China considera a ilha uma província rebelde e parte de seu território. O Departamento de Estado americano afirmou que monitorou o lançamento e que a China deveria participar de negociações sobre controle de armas. LEIA TAMBÉM Austrália China Estados Unidos Japão Pequim Rússia Taiwan