Não é para menos que "Mina the Hollower" roubou os holofotes de qualquer megalançamento no último mês —pelo menos até a abertura da pré-venda de "GTA 6". O jogo da ratinha de chicote na mão, sob uma embalagem 8-bit que remete aos games do antigo Game Boy Color e inspiração clara no primeiro "The Legend of Zelda", "Castlevania" e outros, mostrou que muitas vezes a modernidade está em ser retrô.

É um feito e tanto para um meio que hoje banaliza essa estética, em sentido amplo, tanto entre os desenvolvedores independentes como entre os gigantes do setor.

Este é apenas o segundo título da Yacht Club Games, que, em 2014, estremeceu o mundo indie com o original "Shovel Knight: Treasure Trove", um game de plataforma inspirado em "Duck Tales", "Mega Man" e até do infame "Zelda 2: The Adventure of Link", protagonizado por um inusitado cavaleiro cuja arma era uma pá. Nesse meio-tempo, a empresa explorou o quanto podia desse universo, com DLCs robustas e jogos derivados menos ambiciosos.

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