Carlo Ancelotti ouviu durante toda a participação do Brasil na Copa do Mundo pedidos para que desse chances mais significativas a Endrick. O técnico atendeu a esses apelos nos mata-matas do torneio e apostou no atacante de 19 anos nas partidas contra Japão e Noruega, com resultados diferentes.
Diante dos japoneses, o jogador foi acionado no intervalo, quando a seleção perdia por 1 a 0. Não teve grandes momentos técnicos, mas sua presença de área mudou a disposição tática da equipe e contribuiu para a construção da vitória de virada, por 2 a 1, assegurada com um gol de Martinelli aos 50 minutos do segundo tempo.
Entre no grupo FolhaStats
Confira a tabela da Copa
Nas oitavas de final, não deu certo. Endrick entrou aos 13 minutos da etapa final, no lugar de Matheus Cunha, e logo em seguida recebeu um lindo passe de Vinicius Junior. Na cara do goleiro Nyland, atrapalhou-se no domínio, adiantou demais a bola e, desequilibrado, finalizou à direita da trave. Àquela altura, o placar estava zerado.















