O caso aconteceu no dia 1º de junho e foi registrado como incidente no Galeão 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 05/07/2026 - 21:44 Avião colide com drone ao pousar no Galeão; Cenipa classifica como incidente Um incidente aeronáutico ocorreu em 1º de junho quando um avião colidiu com um drone ao pousar no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, após decolar de Buenos Aires. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) classificou o evento como incidente, sem danos a terceiros e sem necessidade de investigação formal, seguindo protocolos internacionais de aviação. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB), classificou como incidente aeronáutico uma ocorrência envolvendo um avião que colidiu com um drone antes de pousar no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), na noite de 1º de junho. Segundo a FAB, a aeronave aterrissou sem intercorrências, e o caso não será alvo de investigação formal. De acordo com o Reporte Final publicado pelo Cenipa, a aeronave havia decolado do Aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, na Argentina, com destino ao Galeão, em um voo regular de transporte de passageiros. Após o pouso, foi constatada uma colisão entre a aeronave e um drone na região do motor número 2. O documento informa que o pouso transcorreu normalmente e que não houve registro de danos a terceiros. Em resposta ao GLOBO, a FAB informou que foi notificada da ocorrência no próprio dia 1º de junho. Após a coleta e a análise técnica das informações disponíveis, o caso foi enquadrado como incidente aeronáutico e tratado conforme os protocolos previstos na Convenção sobre Aviação Civil Internacional e nas normas do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer). A FAB esclareceu que, por ter sido classificada como incidente tratado por coleta de dados, a ocorrência não foi objeto de investigação pelo Cenipa e, por isso, não haverá emissão de relatório final de investigação. O Cenipa ressalta que sua atuação tem finalidade exclusivamente preventiva e não busca estabelecer culpa ou responsabilização. Segundo o órgão, esse tipo de procedimento reúne as informações técnicas disponíveis sobre a ocorrência, sem aprofundamento investigativo, quando os protocolos não indicam a necessidade de abertura de uma investigação formal.