Meio-campista foi o primeiro brasileiro a desperdiçar cobrança no tempo normal ou na prorrogação desde Zico, há 40 anos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Bruno Guimarães perde pênalti em Brasil x Noruega — Foto: AL BELLO / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 05/07/2026 - 17:32 Pênalti Perdido por Bruno Guimarães em Mundial Quebra Hiato de 40 Anos na Seleção Brasileira O pênalti perdido por Bruno Guimarães nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 contra a Noruega marca um raro momento na história da seleção brasileira em Mundiais. Este foi o quarto pênalti desperdiçado durante partidas em Copas, sem contar as disputas por pênaltis. Os outros foram Waldemar de Brito (1934), Patesko (1938) e Zico (1986). A falha de Bruno encerra um hiato de 40 anos desde o erro de Zico. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O pênalti perdido por Bruno Guimarães contra a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, entrou para uma lista rara da seleção brasileira em Mundiais. Foi o quarto desperdício do Brasil em cobranças durante o jogo — ou seja, sem contar disputas por pênaltis. O primeiro havia sido ainda em 1934, na estreia brasileira naquela Copa. Waldemar de Brito teve uma cobrança defendida por Ricardo Zamora quando a Espanha vencia por 1 a 0. O Brasil acabou derrotado por 3 a 1 e eliminado ainda nas oitavas de final. Quatro anos depois, em 1938, Patesko também desperdiçou um pênalti, desta vez na vitória por 4 a 2 sobre a Suécia, na disputa pelo terceiro lugar. O lance aconteceu no segundo tempo, antes de o Brasil confirmar sua melhor campanha até então em Copas. O caso mais famoso seguia sendo o de Zico, nas quartas de final de 1986, contra a França. O camisa 10 entrou no segundo tempo e teve a chance de recolocar o Brasil em vantagem no empate por 1 a 1, mas parou em Joël Bats. A seleção acabaria eliminada na disputa por pênaltis. Com Bruno, a lista passa a ter quatro nomes separados por quase um século de Copas: Waldemar de Brito, em 1934; Patesko, em 1938; Zico, em 1986; e Bruno Guimarães, em 2026. A cobrança contra a Noruega foi a primeira desperdiçada pelo Brasil durante uma partida de Mundial em 40 anos.