Fundador da Igreja Zion, estava entre as dezenas de pessoas detidas na China em outubro, em uma ampla repressão contra cristãos. 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ezra Jin, fundador da Igreja Zion — Foto: Ng Han Guan/AP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 04/07/2026 - 23:41 Pastor Chinês Ezra Jin Chega aos EUA Após Detenção na China O pastor chinês Ezra Jin, fundador da Igreja Zion, foi libertado e chegou aos EUA após detenção na China em uma repressão contra cristãos. A ChinaAid celebrou sua libertação, destacando o apoio do ex-presidente Trump, que abordou o caso com Xi Jinping. Jin é uma figura proeminente no movimento de igrejas clandestinas, que enfrentam crescente repressão na China. Muitos membros da Zion ainda estão detidos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A China libertou o pastor Ezra Jin, fundador de uma igreja clandestina que estava detido desde outubro, informou a organização de direitos humanos ChinaAid em um comunicado. "A ChinaAid saúda com profunda gratidão a libertação do pastor chinês de igreja doméstica Ezra Jin, que chegou em segurança a Los Angeles em 4 de julho de 2026, após ser libertado diretamente da detenção na China", dizia o comunicado. "Testemunhamos verdadeiramente um milagre e estamos transbordando de alegria", disse a família de Jin em um comunicado. "Agradecemos a Deus por este tremendo milagre. Também agradecemos ao presidente Trump e à sua administração pela sua grande liderança." O caso de Jin foi mencionado por Donald Trump durante sua visita a Pequim, em maio. O presidente dos EUA afirmou que Xi Jinping, o presidente da China, estava "considerando seriamente" libertar pastores presos no país, embora tenha ressaltado que o progresso em relação a outras figuras detidas, como o cidadão britânico Jimmy Lai, era mais difícil. A esposa e os filhos de Jin estão nos EUA e fizeram repetidos apelos ao governo americano e diretamente a Trump para garantir a libertação de Jin. A filha de Jin, Grace Jin Drexel, prestou depoimento ao Congresso em novembro. Mais tarde, Trump descreveu-a como uma "filha linda" e prometeu abordar o caso de Jin com Xi. Jin, cidadão chinês, é uma das figuras mais conhecidas do movimento de igrejas clandestinas da China. Ele fundou a Igreja Zion em 2007. Em 2018, a sede física da igreja em Pequim foi forçada a fechar, mas o grupo passou a realizar sermões online, o que permitiu ampliar seu alcance para milhares de membros. O cristianismo é legal na China, mas o culto só é permitido em igrejas controladas pelo governo. Em 2018, o governo informou que havia 44 milhões de cristãos na China, mas outras estimativas — que incluíam fiéis não registrados — situavam esse número em cerca de 130 milhões. Muitos cristãos evitam as igrejas controladas pelo governo e preferem cultuar em grupos clandestinos, como a Zion — também conhecidos como "igrejas domésticas". No ano passado, a China iniciou uma forte repressão contra as igrejas domésticas. Em janeiro, membros da igreja Early Rain, outro grupo de destaque, foram detidos. Em junho, uma reunião da Early Rain em Sichuan, no sudoeste da China, foi alvo de uma operação policial, com relatos de que mais de 30 pessoas foram levadas para interrogatório. Vários membros da Igreja Zion permanecem detidos. No mês passado, os casos de nove membros, incluindo Jin, foram encaminhados aos promotores sob acusações de operações comerciais ilegais e fraude. Outros nove foram libertados mediante pagamento de fiança e aguardam julgamento. (AFP e The Guardian)
China liberta pastor preso Ezra Jin, diz grupo de direitos humanos
Fundador da Igreja Zion, estava entre as dezenas de pessoas detidas na China em outubro, em uma ampla repressão contra cristãos.










