A ExxonMobil consolidou uma das recuperações mais expressivas da indústria de petróleo nos últimos anos. Na assembleia anual realizada em maio, a empresa celebrou a aprovação da mudança do domicílio legal de Nova Jersey para o Texas, apesar das críticas de acionistas que afirmam que a medida reduz seus direitos.
Darren Woods, presidente do conselho e diretor-executivo da maior petroleira não estatal do mundo, disse aos acionistas que a produção de petróleo e gás do grupo estava no nível mais alto em 40 anos e que eles poderiam esperar um futuro que seria "o mais brilhante da história da empresa".
"Quando você dá um passo atrás e olha para todos os nossos negócios, fica claro que ninguém construiu o tipo de empresa que nós construímos", disse o executivo de 60 anos durante uma reunião virtual na qual respondeu apenas a um punhado das 250 perguntas feitas pelos acionistas.
A situação contrasta com a de cinco anos atrás. Em 2021, o pequeno fundo ativista Engine No. 1 conseguiu destituir três diretores da Exxon em uma batalha travada por causa das políticas climáticas fracas e desempenho financeiro ruim da companhia.
Isso ocorreu após um colapso no preço das ações da empresa durante a pandemia, quando a demanda por petróleo despencou. Por um breve momento, a Chevron, segunda maior petroleira americana, superou sua rival histórica em em valor de mercado.









