Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert são conhecidos como "o casal favorito do Brasil". Ela é uma atraente apresentadora de televisão. Ele é um belo faz-tudo que apresenta programas de reformas domésticas e culinária. Os filhos gêmeos do casal são modelos.
E agora toda a família é embaixadora da fabricante chinesa de veículos elétricos Geely. "Uma família bonita como essa tem uma influência real aqui no Brasil", diz sorrindo Jianjun Chen, da Renault Geely, o braço brasileiro da empresa. "Só chegamos ao Brasil no ano passado, então temos que acelerar o marketing."
As marcas chinesas se tornaram onipresentes no Brasil. Brasileiros de alta renda dirigem carros fabricados pela BYD, usam celulares da Huawei, assistem a televisores produzidos pela Hisense, pedem refeições pelo 99Food e fazem compras online na Shopee.
Em 2025, empresas chinesas investiram pelo menos US$ 6 bilhões (R$ 31,14 bilhões) no Brasil, segundo dados coletados de divulgações corporativas pelo American Enterprise Institute, think tank de Washington, e pelo Conselho Empresarial Brasil-China.
Isso representou mais de 10% de todos os grandes investimentos destas companhias no exterior. E foi mais do que as empresas chinesas investiram em qualquer outro país do exterior.









