Livia Nunes Marques é filha do dono da Ricardo Eletro e nora do dono da farmacêutica Cimed, uma das patrocinadoras da seleção brasileira 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 João Pedro, Eduardo Felmanas, Karla Felmanas e João Adibe, parte da família que controla a Cimed — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 12/06/2026 - 14:59 Governo dos EUA nega visto a influenciadora que cobriria Copa A influenciadora Livia Nunes Marques teve seu visto para os EUA negado, enquanto a família de seu marido, herdeiro da Cimed, viajou para a Copa. O governo americano intensificou o controle sobre influenciadores, restringindo o uso do visto de turismo para criação de conteúdo comercial. Profissionais devem usar o visto O-1 para atividades remuneradas. A medida impacta criadores que cobrirão o evento. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A influenciadora brasileira Livia Nunes Marques teve o visto para os Estados Unidos negado e não conseguiu embarcar rumo ao país-sede da Copa do Mundo, mas parte da família do seu marido viajou. Livia é casada com o empresário Adibe Marques, filho de João Adibe Marques, o dono da farmacêutica Cimed que, aliás, é uma das patrocinadoras da seleção brasileira. Ela também é filha do empresário Ricardo Nunes, dono da Ricardo Eletro. João Adibe Marques já está nos Estados Unidos, segundo informou a assessoria de imprensa da Cimed. Ele foi com a esposa, Cynthia Marques, a irmã, Karla Felmanas, além de integrantes da terceira geração da família, como Bruna Marques, Esther Marques, Chay Marques, João Pedro, Eduardo Felmanas e Juliana Felmanas. A influenciadora e diretora criativa Livia Nunes Marques tem cerca de 1,3 milhão de seguidores no Instagram, onde compartilha sua rotina de luxo e publis para marcas famosas. Livia é casada com Adibe Marques, o herdeiro da Cimed — Foto: Reprodução / Instagram Mudanças nas regras O caso de Livia não é isolado. O governo dos Estados Unidos intensificou o controle sobre influenciadores digitais estrangeiros que pretendem acompanhar a Copa do Mundo no país utilizando visto de turismo. Segundo as autoridades americanas, visitantes nessa condição não poderão produzir conteúdos com finalidade comercial ou de geração de receita durante sua permanência em território americano. A orientação foi divulgada em comunicado conjunto da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) e do Departamento de Segurança Interna. Os órgãos destacam que a criação de conteúdo destinada à obtenção de rendimentos provenientes de fontes nos Estados Unidos pode ser considerada incompatível com as regras do visto de visitante. O visto B-2 é destinado exclusivamente a atividades como turismo, tratamento médico e visitas a familiares ou amigos. O descumprimento dessas condições pode levar à revogação do visto, à remoção do país e até à proibição de futuras entradas nos Estados Unidos. Para profissionais que desejam desenvolver atividades remuneradas durante a Copa, as autoridades indicam a utilização do visto O-1. Voltada a pessoas com reconhecimento excepcional em áreas como artes, esportes, negócios e entretenimento, essa categoria autoriza trabalhos pagos, incluindo campanhas publicitárias, acordos de patrocínio, ações promocionais e produção comercial de conteúdo. A medida afetou os planos de centenas de criadores de conteúdo de diferentes países que pretendem cobrir o Mundial. A edição de 2026 terá os Estados Unidos como principal sede, recebendo 78 dos 104 jogos do torneio em cidades como Los Angeles, Nova York, Miami e São Francisco.