Clientes são atraídas pela originalidade e versatilidade das peças, como camisas e bandanas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Crochê vira tendência entre famosas durante a Copa: Thaila Ayala, Paolla Oliveira e Virginia Fonseca — Foto: Reprodução / Redes sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 03/07/2026 - 14:48 Crochê vira febre entre torcedoras na Copa: moda acessível e versátil conquista famosas e fãs Looks de crochê viram tendência entre torcedoras na Copa do Mundo, com peças originais e acessíveis sendo destaque. Celebridades como Paolla Oliveira e Virginia Fonseca aderem à moda. A alta demanda faz artesãs criarem listas de espera, enquanto a escassez de materiais aumenta preços. Peças como bandanas e camisas atraem pela versatilidade e custo menor em comparação a produtos oficiais da seleção. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO As peças feitas manualmente com linhas e agulhas tradicionais têm sido destaque entre roupas da torcida para o Brasil na Copa do Mundo. O tempo de produção que varia de 3 horas a até 3 dias. A originalidade e o valor mais acessível em comparação a uma blusa original da seleção, são os principais atrativos. Famosas como Paolla Oliveira e Virginia Fonseca também usam conjuntos de crochê enquanto torcem pela seleção. O sucesso é tanto que artesãs estão tendo que rejeitar pedido ou fazer uma “lista de espera” para conseguir dar conta da demanda, além de precisarem dar um jeitinho para conseguir as linhas, que já estão em falta em algumas lojas físicas. Os preços variam entre R$ 59,99 e R$ 149,99. A publicitária Daniela Cardoso, de 27 anos, aprendeu a fazer crochê na igreja que frequentava com a avó quando tinha 5 anos. Agora, ela complementa a renda da família com a venda de roupas e acessórios temáticos para a Copa do Mundo. Desde o começo do mundial, vendeu quase 30 peças. As duas mais vendidas são a bandana (R$ 59,99), que pode ser usada de três formas diferentes e a camisa 10, que custa R$ 149,99. — Decidi começar a vender uma semana antes da Copa do Mundo. E antes mesmo do segundo jogo da seleção brasileira, eu já tinha vendido quase 20 peças — comenta, feliz com a alta procura. — Faço tudo sozinha. Recebo o pedido, divulgo nas redes sociais, produzo e entrego as peças. Concilio tudo com o meu outro trabalho, de publicitária. Algumas peças levam de 3 a 7 horas para ficarem prontas. Peças de crochê viram tendência entre as torcedoras brasileiras durante a Copa do Mundo — Foto: Reprodução / Redes sociais Nicole Macedo, estudante de Engenharia Civil na UFRJ, também está feliz com o aumento dos pedidos. Ela costumava vender peças de crochê no carnaval e verão, e é a primeira vez que tem uma procura tão alta. Mesmo com a ajuda da mãe, já precisou rejeitar alguns pedidos pela falta de tempo para produção, que toma de dois a três dias. O crochê também tem se destacado entre as famosas. Atrizes como Paolla Oliveira e Thaila Ayala, e a influenciadora Virginia Fonseca mostram seus looks de crochê nas redes sociais enquanto torcem para a seleção brasileira na Copa. As peças variam entre biquínis, tops, vestidos e shorts. Versatilidade das peças Para as clientes, o que chama a atenção é a originalidade e a possibilidade de usar a mesma peça de diferentes formas. Para Nicole Rangel, de 23 anos, que pagou R$ 220 em um top multiúso, um bolero e um top faixa, o investimento valeu a pena: — As peças são mais bonitas e em conta do que uma camisa da seleção brasileira. A camisa oficial está custando quase R$ 500 e só dá para usar de um jeito. Então, eu usaria bem pouco. Com o top multiúso, por exemplo, eu consigo colocar outras peças por baixo e ir diversificando. Apaixonada por peças artesanais, a analista de marketing Ana Vitória Miranda, de 28 anos, comprou um vestido de crochê por R$ 250. Ela gosta da originalidade da roupa e diz que o tempo de espera de uma semana não foi um problema. Linhas somem das lojas A alta demanda pelas peças feitas por linhas amarelas, verde, azul e branca tem feito com que as artesãs tenham dificuldades em encontrar os materiais nas lojas. Em alguns locais, o preço aumentou. Segundo Nicole, a bandeira do Brasil termocolante, que dá um charme a mais nos croppeds e chapéus, também têm sido difícil de encontrar. — Estou tendo dificuldade em encontrar as bandeiras, e as linhas também aumentaram de preço. Nada exorbitante, mas acaba influenciando no valor final da peça. Quando não consigo encontrar a linha de que preciso, acabo comprando de marcas diferentes, o que altera o resultado da peça, mas nada muito drástico. Para Daniela, a alternativa tem sido comprar as linhas em lojas on-line. A grande aumentou em R$ 20 o preço do material, mas ainda é possível lucrar com a produção. Chapéu de crochê para a Copa do Mundo 2026 — Foto: Reprodução / Nicole Macedo *Estagiária sob supervisão de Leila Youssef
As linhas da Copa: looks de crochê são tendência entre famosas e torcedoras da seleção brasileira
Clientes são atraídas pela originalidade e versatilidade das peças, como camisas e bandanas







