Intenção é reduzir gradualmente a codependência "não saudável", no momento em que os EUA enfrentam conflitos simultâneos, segundo o general Alexus Grynkewich Soldados do Exército dos EUAdurante o exercício da Otan, em foto de arquivo — Foto: Andrei Pungovschi/Bloomberg Os aliados europeus estão, em grande medida, suprindo as brechas deixadas pelos Estados Unidos nos planos de defesa na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan, a aliança militar ocidental). "Em questão de semanas, os aliados europeus preencheram as lacunas deixadas por reduções dos EUA no modelo da força de defesa da Otan", disse, nesta quinta-feira (2), à Reuters o general Alexus Grynkewich, acrescentando que o bloco está buscando formas de abordar as falhas ainda pendentes em algumas áreas. Os EUA haviam dito aos aliados da Otan, em maio, ter decidido reduzir as capacidades militares conjuntas, levantando questões para a cúpula da Otan que será realizada em Ancara, na Turquia, nos dias 7 e 8 de julho. A intenção é de gradualmente reduzir a codependência "não saudável" com as forças americanas, no momento em que os EUA enfrentam conflitos simultâneos em múltiplos teatros, observa Grynkewich. Em meados de junho, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, disse que outros aliados estavam aumentando as contribuições para compensar "muitas" das lacunas, mas sem dar detalhes.