0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Wilson Witzel — Foto: Sarah Teófilo / O Globo Pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (Democratas) começou a pedir doações para sua campanha por meio de uma vaquinha online. E, sem cerimônia, pelo WhatsApp. O ex-governador disparou a contatos um link em que pede apoio à sua candidatura, “com foco em segurança pública, geração de emprego e gestão técnica”. A prática é permitida desde que atenda às determinações da legislação eleitoral e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Não é autorizado, por exemplo, comprar um banco de dados para disparo em massa ou pedir votos. Quem clica na página se depara com a seguinte apresentação: “Defensor público, juiz federal, militar e governador. Uma vida de serviço ao povo”. Witzel também expõe o que pensa sobre algumas pautas. Diz, por exemplo, ser a favor da “tolerância zero com o crime” e “governo eficiente e transparente”. Por outro lado, afirma ser contra “milícia dentro da política e do aparelho do Estado”, “ impunidade para colarinho branco” e… “licitação no papel e contrato superfaturado”. Witzel foi alvo de impeachment por crime de responsabilidade na gestão de contratos na área da Saúde durante a pandemia. A acusação contra ele era baseada em fraudes na contratação de duas organizações sociais.