Pelo menos 17 pessoas morreram e vários prédios residenciais foram destruídos em Kiev nesta quinta-feira 2, no que as autoridades classificaram como o maior ataque contra a capital da Ucrânia desde o início da ofensiva russa, em fevereiro de 2022.
O prefeito da capital ucraniana, Vitali Klitschko, decretou um dia de luto na sexta-feira em Kiev, “em memória das vítimas do maior ataque do inimigo contra a capital”.
O presidente Volodymyr Zelensky pediu rapidamente aos Estados Unidos que concedam licença para a produção na Ucrânia de mísseis de defesa antiaérea Patriot, para “impedir ataques como este”.
O Ministério da Defesa da Rússia confirmou um “ataque em larga escala” contra a capital ucraniana, “em resposta aos ataques terroristas do regime de Kiev contra infraestruturas civis”. O comunicado cita ações contra “empresas da indústria militar e instalações do setor de energia”.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, enfatizou que a Rússia “continuará intensificando a pressão sobre o regime de Kiev, para alcançar nossos objetivos estabelecidos”. A declaração foi a resposta a uma pergunta sobre a intenção da União Europeia (UE) de impor novas sanções a Moscou.












