Há dois tipos de seleções nesta Copa do Mundo. As que chegaram prontas encantam.
Ninguém tem dúvida de que a França é a mais forte candidata ao título e Mbappé a se consagrar como o dono da Copa, mais que Messi.
O guepardo atingiu 37 km/h no Mundial da Rússia, em 2018. Agora usa mais o cérebro e também seu extraordinário coadjuvante, Michael Olise, definido por Thierry Henry como um doido, o melhor do time, de outro planeta.
A Argentina tem Messi. A Colômbia, o conjunto em que explodem os talentos de Luis Díaz e Jhon Arias. É bonito ver jogar os colombianos.
O outro tipo de seleção é representado pelo Brasil. Todo mundo sabe que o time chegou aos EUA desarrumado e à procura de uma maneira de jogar, capaz de fazer explodirem talentos como o de Vinicius Junior. Não está fácil, mas o time evolui.










