Segundo as investigações, os deputados teriam utilizado empresas de fachada, entre elas, uma locadora de veículos, para justificar despesas custeadas com dinheiro público. A principal suspeita da PF é que contratos de aluguel de veículos eram usados para dar aparência de legalidade ao desvio de recursos da verba parlamentar. Os deputados Sóstenes Cavalcante (PL) e Carlos Jordy (PL) — Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados As investigações apontam que agentes públicos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para desviar orçamento público e ocultar a origem do dinheiro. Entre os crimes investigados estão peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Dinheiro encontrado em flat PF apreende cerca de R$ 400 mil em espécie em endereço ligado a Sóstenes Cavalcante Carlos Jordy também negou qualquer irregularidade. Em nota divulgada na época, afirmou que a empresa investigada presta serviços ao seu gabinete desde 2019 e argumentou que não cabe ao parlamentar fiscalizar a quantidade de veículos da locadora contratada, mas apenas a prestação do serviço. Dinheiro estava guardado em sacos de lixo — Foto: Divulgação Nova operação da PF A fase atual da Operação Rent a Car não tem os deputados como alvos diretos. Segundo a PF, o objetivo agora é aprofundar as investigações sobre pessoas ligadas a Sóstenes Cavalcante e esclarecer a movimentação e a destinação dos recursos sob investigação, além de apurar a versão apresentada pelo parlamentar para a origem do dinheiro apreendido em dezembro.
Em fase anterior, PF mirou Jordy e Sóstenes acusados de desviar cotas parlamentares por locação de veículos | G1
A atual fase da Operação Rent a Car aprofunda as investigações sobre pessoas ligadas ao líder do PL.










