Japoneses foram derrotados por iraquianos em Doha e lutam para conquistar vaga para próxima fase do torneio 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Zion Suzuki, goleiro da seleção japonesa em partida contra a Suécia — Foto: Molly Darlington / Getty Images via AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/06/2026 - 21:05 "Zion Suzuki Enfrenta Racismo: Desafio Global no Futebol" O goleiro Zion Suzuki, único negro da seleção japonesa, enfrenta racismo nos estádios e nas redes sociais, semelhante ao que Vini Jr. já vivenciou. Após derrota para o Iraque na Copa da Ásia, Suzuki relatou insultos raciais, destacando o problema no futebol global. Ele permanece firme, focado em bons resultados e apoia medidas severas contra racismo, como sugerido pela FIFA. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Adversário do Brasil nesta segunda-feira (29), o goleiro Zion Suzuki é o único negro da seleção japonesa. Ao longo de sua carreira, ele sofreu com racismo em um país onde 98% da população é nativa, mas o governo procura cada vez mais imigrantes para compensar o envelhecimento populacional e a baixa taxa de natalidade. Como Vini Jr., o goleiro de 23 anos também já se posicionou contra o racismo em partidas que disputou ao longo da carreira. Uma delas aconteceu em janeiro de 2024, quando ele disse que foi alvo de insultos raciais nas redes sociais após a derrota de sua seleção para o Iraque na Copa da Ásia. A denúncia veio depois de dois casos de ofensas semelhantes dirigidas a jogadores na Itália e na Inglaterra durante as partidas. Suzuki, cujo pai é ganês-americano e a mãe, japonesa, foi o culpado pelo primeiro gol do Iraque em Doha, depois de também ter cometido erros no jogo anterior, contra o Vietnã. O jogador disse que aceita críticas às suas atuações, mas “gostaria que as pessoas parassem de fazer comentários racistas”. — Não vou deixar que isso me derrote — disse ele aos repórteres, antes do último jogo do Japão na fase de grupos, contra a Indonésia. — Quero revidar produzindo bons resultados. Zion Suzuki, goleiro da seleção japonesa, em partida contra a Tunísia, pela Copa do Mundo — Foto: Julio Cesar AGUILAR / AFP Os comentários apareciam desativados na conta do Instagram de Suzuki no dia seguinte à partida. Na ocasião, quando houve incidentes também na Itália e na Inglaterra no fim de semana, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, pediu proibições mundiais nos estádios para torcedores e "derrotas automáticas" para times cujas torcidas façam insultos racistas. Suzuki, que fazia apenas sua sexta partida na seleção contra o Iraque, e hoje se consolidou como goleiro titular da promissora geração japonesa, disse também não ter dúvidas sobre sua capacidade. — Sei que estou sendo cobrado num alto patamar por ser um goleiro da seleção japonesa quando sofro gols e perdemos jogos — disse ele.
Como Vini Jr, goleiro do Japão já se posicionou ativamente contra o racismo nos estádios
Japoneses foram derrotados por iraquianos em Doha e lutam para conquistar vaga para próxima fase do torneio








