Na Copa do Mundo de 2026, as principais seleções estão repletas de atletas cujos pais nasceram em outros países.

O caso mais evidente é o da França, em que 20 dos 26 jogadores são filhos de imigrantes. Entre eles está o atacante Kylian Mbappé, cujo pai nasceu em Camarões e a mãe é de origem argelina.

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Alemanha, Inglaterra e Holanda seguem a mesma tendência, com equipes que refletem sociedades profundamente moldadas por fluxos migratórios das últimas décadas.

Mas houve um tempo em que a seleção brasileira também viveu um fenômeno semelhante e era formada em grande parte por filhos de imigrantes.