Quando o bumbódromo se ilumina e as alegorias de Caprichoso e Garantido entram em cena, o público vê um espetáculo grandioso no Festival de Parintins, no Amazonas. Nos bastidores, porém, centenas de trabalhadores anônimos tornam possível a apresentação ao conduzir estruturas de até 22 metros de altura e dezenas de toneladas entre os galpões e a arena.
O festival chega neste sábado à sua segunda noite.
No Caprichoso (o boi preto com a estrela azul), eles são chamados de paikicés. No Garantido (o boi branco com o coração vermelho), os kaçauerês.
Apesar da rivalidade entre os grupos, eles desempenham a mesma missão: transportar, orientar e estabilizar as alegorias que dão vida às narrativas amazônicas apresentadas na festa.
A operação reúne cerca de 500 pessoas. No Caprichoso, aproximadamente 250 trabalhadores movimentam entre 120 e 130 módulos cenográficos por um percurso de cerca de 400 metros.












