Deu polêmica a suposta mudança da camisa do goleiro Alisson no jogo contra a Escócia. Após a divulgação de que seria vermelha, o goleiro entrou de camiseta verde. Houve quem disse que foi o presidente da CBF, Samir Xaud, que teria vetado o uniforme, mas a informação mais correta é que a coleção tem cor-de-rosa com o logo da Jordan, portanto usado apenas quando o Brasil jogar de azul.
Não é vermelho. É rosa.
Por uma semana se voltou a pensar na ideia de jerico, aceita pelo ex-presidente da CBF Ednaldo Rodrigues, de fazer a seleção jogar com uma cor ausente da bandeira nacional. Imagina a polarização, em ano de eleição, se o Brasil tivesse uma camisa amarela e outra vermelha.
O amarelo é a cor do Brasil, não de nenhuma facção política. Era símbolo da campanha Diretas Já. Portanto, emblema das Diretas, não da direita.
Se aceitasse usar uma cor diferente da bandeira nacional, o Brasil faria uma concessão não a Ednaldo Rodrigues, mas à Nike. Repare como virou moda na Copa do Mundo os uniformes que não têm nada a ver com os países nas camisetas reservas.









