Modelo reserva da Copa de 1994 imitava jeans, fez jogadores caírem na risada e foi relançado 32 anos depois como peça de streetwear 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 De um lado, a camisa em campo na Copa de 1994; de outro, a versão mais brilhosa de Paris Hilton — Foto: Arte O GLOBO RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/06/2026 - 23:04 Paris Hilton Reinventa Camisa da Copa de 1994 com Toque Fashion Paris Hilton transformou a icônica camisa "Denim Kit" dos Estados Unidos, da Copa de 1994, em um item fashion ao adicioná-la brilhos. Originalmente vista como piada por jogadores, a camisa imita jeans com estrelas brancas e detalhes vermelhos, desenhada por Peter Moore. Inicialmente rejeitada, ganhou apreço conforme a seleção avançava. Em 2026, a Adidas relançou-a em uma coleção de moda, celebrando sua evolução de objeto cômico a ícone de estilo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Paris Hilton acrescentou ainda mais brilho a uma das camisas mais chamativas da história das Copas. Durante o jogo dos Estados Unidos contra a Turquia, a socialite apareceu com a na transmissão com uma versão estilizada e coberta de aplicações brilhantes do uniforme azul usado pela seleção americana no Mundial de 1994. A peça, hoje celebrada como ícone fashion, começou sua história provocando uma reação bem diferente: os próprios jogadores acharam que se tratava de uma piada. Apelidada de “Denim Kit”, a camisa reserva dos Estados Unidos imitava o aspecto de um jeans lavado, com enormes estrelas brancas espalhadas pelo tecido e detalhes vermelhos no peito, na gola e nas mangas. O desenho foi criado para a Adidas por Peter Moore, também responsável pelo primeiro Air Jordan. Sua missão era produzir um uniforme que parecesse inconfundivelmente americano — e, nesse ponto, ninguém poderia acusá-lo de discrição. Quando os jogadores conheceram o modelo, caíram na risada, convencidos de que a fornecedora fazia uma brincadeira. O ex-meia Desmond Armstrong recordou que os companheiros perguntavam se deveriam completar o conjunto com calças jeans da marca Lee. A camisa foi inicialmente rejeitada por parte do elenco e da torcida, mas ganhou significado à medida que a seleção surpreendeu e chegou às oitavas de final da Copa disputada em casa. O apego surgiu rapidamente. Impedidos pela Fifa de usar o uniforme azul contra o Brasil nas oitavas, os americanos reclamaram da decisão. Anos depois, Eric Wynalda contou que o sentimento passou de “temos mesmo que vestir isso?” para “podemos jogar de azul?” em questão de semanas. A transformação completa, porém, levaria décadas: o que era chamado de feio, espalhafatoso e constrangedor passou a representar justamente o charme sem pudor da estética esportiva dos anos 1990 Em 2026, a Adidas recuperou o desenho numa coleção voltada à moda, com camisa, shorts, jaqueta e boné inspirados no conjunto original. Ao cobrir a velha camisa “denim” de brilhos, Paris Hilton completou o percurso improvável da peça: de suposta pegadinha no vestiário a roupa adequada para uma das maiores representantes da cultura do excesso.