O Fed (Federal Reserve, o BC dos EUA) não aumentará a taxa de juros no próximo mês mesmo depois que um relatório do governo mostrou que a inflação, com base no indicador de referência do Fed, atingiu o nível mais alto dos últimos três anos nos Estados Unidos, apostavam operadores nesta quinta-feira (25), embora eles continuem vendo um aumento em setembro.
Os mercados financeiros estão agora precificando apenas cerca de 30% de chance de um aumento dos juros na reunião do banco central de 28 a 29 de julho, contra quase 40% mais cedo nesta quinta-feira, com base nas negociações dos contratos futuros do CME Group.
Eles ainda veem cerca de 80% de chance de que o Fed aumente sua taxa de juros de referência na reunião de 15 e 16 de setembro, em vez de mantê-la na faixa atual de 3,5% a 3,75%.
O índice PCE de preços subiu 4,1% nos 12 meses até maio, o maior aumento desde abril de 2023, informou nesta quinta-feira o Escritório de Análise Econômica do Departamento de Comércio dos Estados Unidos.
O Fed tem como meta uma variação de 2% nesse índice ao longo de 12 meses, meta que não é atingida há mais de cinco anos e que o chair do Fed, Kevin Warsh, em sua primeira reunião neste mês, afirmou que será cumprida.










