Deputado federal foi condenado em março pelo Supremo Tribunal Federal 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Josimar Maranhãozinho — Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/06/2026 - 08:26 Operação Afluente: PF investiga deputado por desvio de emendas A Polícia Federal deflagrou a Operação Afluente, investigando o deputado Josimar Maranhãozinho (PL-MA) por suposto desvio de emendas parlamentares. Estão sendo cumpridos 18 mandados de busca em várias localidades. A investigação envolve empresas ligadas ao deputado e apura crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. Maranhãozinho já foi condenado por receber propinas para direcionar emendas a São José de Ribamar. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Federal faz buscas na manhã desta quinta-feira contra o deputado Josimar Maranhãozinho (PL-MA) em uma nova operação sobre o suposto desvio de emendas parlamentares. A ofensiva mira empresas contratadas para a execução de obras a partir de dinheiro público, entre elas uma companhia da qual o deputado é sócio. São cumpridos 18 mandados de busca e apreensão no Disitrito Federal, Goiás e Maranhão. Um dos alvos é a casa do parlamentar. As medidas integram a Operação Afluente, que investiga um esquema de desvio de emendas por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Segundo a PF, os valores eram direcionados à contratação de empresas supostamente vinculadas, direta ou indiretamente, aos investigados. O inquérito se debruça sobre supostos crimes de organização criminosa, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. Maranhãozinho já foi condenado por ter cobrado e recebido propinas para encaminhar emendas parlamentares ao município de São José de Ribamar, no Maranhão. A sentença foi imposta e março, pelo Supremo, e também atingiu os deputados Gildenemyr de Lima Sousa (Pastor Gil) (PL-MA) e João Bosco da Costa (Bosco Costa) (PL-SE). Tratou-se da primeira condenação de parlamentares por corrupção pela “venda” de emendas parlamentares. A Primeira Turma do Supremo entendeu que ficou comprovada a denúncia de que, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram de um prefeito do interior do Maranhão o pagamento de R$ 1,7 milhão em propina em contrapartida ao encaminhamento de cerca de R$ 6,7 milhões em emendas para a cidade. Durante o julgamento, o ministro Flávio Dino destacou que havia "dezenas de inquéritos" em curso sobre corrupção com o desvio de emendas parlamentares.
Maranhãozinho é alvo de operação da PF que investiga suspeita de desvio de emendas
Deputado federal foi condenado em março pelo Supremo Tribunal Federal






