Novos acessórios são US$ 80 mais baratos e não levam as marcas Ray-Ban e Oakley 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Novos óculos inteligentes da Meta anunciados nesta terça — Foto: Meta/Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/06/2026 - 15:02 Meta Lança Óculos Inteligentes de US$ 300 em Meio a Concorrência Crescente A Meta lançou uma nova linha de óculos inteligentes, com preço reduzido de US$ 300, sem as marcas Ray-Ban e Oakley. A Meta, que domina 69,2% do mercado, enfrenta crescente concorrência, inclusive da Samsung e Google. A tecnologia inclui câmeras e IA, mas levanta preocupações de privacidade devido a uso indevido. Apesar do sucesso, com vendas triplicadas até 2025, o uso dos óculos é restrito em algumas áreas públicas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Meta revelou nesta terça (23) uma nova linha de óculos inteligentes, com foco em preços mais baixos. Ainda indisponíveis no Brasil, o acessório chega ao mercado americano por US$ 300, mais barato do que a linha anterior da companhia que custa US$ 380 — no Brasil, a linha anterior sai a partir de R$ 3,3 mil. Os novos acessórios também serão produzidos em parceria com a EssilorLuxottica, mas há uma diferença fundamental, que permitiu a queda de preços: eles não levam as marcas Ray-Ban e Oakley, como acontecia anteriormente. Desta vez, os novos óculos levarão apenas a marca da empresa fundada por Zuckerberg. Samsung lança óculos inteligentes com Gentle Monster e Warby Parker para competir com Meta Ray-BanMuse Spark: Meta apresenta nova IA que vai alimentar Instagram, WhatsApp e Facebook O movimento para abocanhar mais consumidores faz sentido, já que óculos inteligentes se mostraram a primeira classe de eletrônicos a ter sucesso na era da inteligência artificial (IA). Segundo a consultoria IDC, as vendas de óculos inteligentes ao varejo cresceram 167% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano passado. A Meta tem 69,2% deste mercado, mas a competição deve se acirrar nos próximos meses. Em maio, Samsung e Google revelaram parcerias com as marcas Gentle Monster e Warby Parker para óculos inteligentes turbinados pelo Android e o Gemini — os aparelhos estão prometidos para o segundo semestre. O sucesso da categoria também alimenta rumores de que a Apple entrará neste mercado em breve. A Meta vendeu mais de 7 milhões de pares ao longo do ano de 2025. Esse volume representa um salto expressivo, mais que triplicando os cerca de 2 milhões de pares vendidos no período acumulado entre 2023 e 2024. Para 2026, a Meta planejava dobrar a produção de óculos inteligentes, visando atingir uma capacidade anual de 20 milhões de unidades até o fim do ano. Em termos tecnológicos, a nova linha é muito parecida com os óculos que levam a marca Ray-Ban: leva câmera embutida, faz reconhecimento de objetos, traduz idiomas e toca música e atende ligações. De novo, o aparelho tem acesso nativo à Muse Spark, novo modelo de IA da companhia, que foi lançada em abril par turbinar a Meta AI, a plataforma de IA da Meta — os atuais óculos passarão por atualização para acessar o novo "cérebro". Para o design, a Meta lançou três tipos de armação, uma delas em parceria com a influenciadora Kylie Jenner. São sete cores: preto clássico, tartaruga clássico, verde corrida, linho, merlot, mogno e arenito, com opções de lentes de sol, Transitions®, polarizadas e transparentes desenvolvidas pela EssilorLuxottica. No total, são 26 opções de modelos. Não há informações sobre a chegada dos novos óculos ao Brasil, mas ele já está à venda nos seguintes países: EUA, Reino Unido, Canadá, França, Itália, Espanha, Alemanha, Irlanda, Suécia, Dinamarca, Noruega, Finlândia, Áustria, Bélgica, Holanda, Suíça e Austrália. Novos óculos da Meta revelados nesta terça chegam em 26 estilos possíveis; privacidade é preocupação — Foto: Meta/Divulgação Privacidade assusta Ao mesmo tempo em que tenta popularizar os óculos, a Meta é criticada pelas supostas violações à privacidade que os acessórios podem promover. Em outubro de 2025, o site 404 Media mostrou como donos dos óculos estavam registrando imagens de casas massagem sem autorização. Apesar de a Meta incluir um LED que indica a ativação da câmera e afirmar que proíbe a violação da privacidade de usuários, a companhia de cruzeiros MSC proibiou os passageiros de usarem óculos inteligentes nas áreas públicas dos navios. A justificativa é que esses dispositivos podem violar a privacidade dos hóspedes, que podem ser facilmente filmados em momentos indesejados. Atualmente, criadores de conteúdo passaram a publicar pegadinhas em redes sociais registradas com óculos do tipo. Já em março, a Meta foi processada na Califórnia por supostamente expor pessoas em situações íntimas ao liberar o acesso de funcionários terceirizados a imagens geradas por seus óculos inteligentes. Os registros incluiriam pessoas no banheiro e em relações sexuais, além de dados bancários e mensagens privadas.
Meta apresenta novos óculos inteligentes mirando preços mais baixos; conheça
Novos acessórios são US$ 80 mais baratos e não levam as marcas Ray-Ban e Oakley











