Quando a bandeira quadriculada do GP de Miami foi agitada para Kimi Antonelli, 19, na tarde de 3 de maio, a vitória do italiano marcou o fim de um projeto que exigiu três meses e meio de reformas e adaptações no Hard Rock Stadium para receber a quinta etapa do Mundial de F1 em 2026.

Ao mesmo tempo, o encerramento da prova abriu imediatamente a contagem regressiva para a montagem das estruturas do próximo grande evento no estádio, a Copa do Mundo.

O prazo era mais curto —cerca de um mês e duas semanas. Mesmo assim, tudo ficou pronto a tempo de 62.764 pessoas presenciarem o empate por 1 a 1 entre Arábia Saudita e Uruguai, pelo Grupo H.

Miami será, ao todo, palco de sete partidas no Mundial. A terceira delas acontece nesta quarta-feira (24), quando Brasil e Escócia duelam pela última rodada da fase de grupos, às 19h (horário de Brasília).

O ciclo de transformações no estádio se repete ao longo de todos os anos, principalmente após a reforma para modernização pela qual a arena passou de 2015 a 2017, ao custo de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões).