Viagem durou quase 10 meses, mas trio conseguiu chegar aos EUA para ver a seleção e Lionel Messi 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Os amigos conheceram a delegação argentina após chegarem nos Estados Unidos — Foto: Reprodução/Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/06/2026 - 13:47 "Argentinos Pedalam 17 Mil Km para Ver Messi na Copa nos EUA" Três argentinos, movidos pela paixão por Messi e pela seleção, viajaram 17 mil km de bicicleta por 10 meses, cruzando 17 países para acompanhar a equipe na Copa do Mundo nos EUA. Enfrentaram desafios climáticos e logísticos, mas foram recompensados com ingressos para jogos e encontros com figuras do esporte. A jornada simboliza uma vitória pessoal além das quatro linhas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Movidos pela paixão pelo futebol e pela seleção argentina, três ciclistas percorreram cerca de 17 mil quilômetros, atravessando 17 países em quase 10 meses para chegar aos Estados Unidos. O objetivo era um só: acompanhar a equipe de Lionel Messi na busca pelo tetra Mundial e um bicampeonato seguido inédito — que apenas Uruguai, Itália e Brasil possuem no currículo. A aventura começou em 16 de agosto do ano passado, na cidade argentina de Gualeguaychú, próxima à fronteira com o Uruguai. Vicente Conculini, de 29 anos, Miguel Silio, de 56, e Yomandu Martínez, de 49, partiram levando roupas para diferentes estações do ano e determinados a cruzar o continente sobre duas rodas. Em entrevista ao New York Post, Conculini disse que a ideia surgiu de Miguel Silio, veterano em expedições semelhantes. Antes desta viagem, ele já havia pedalado de Madri até a Rússia para a Copa do Mundo de 2018 e, posteriormente, de Madri ao Catar para o Mundial de 2022. — Essa foi a terceira Copa do Mundo que ele decidiu acompanhar de bicicleta. A ideia veio desse louco — brincou Conculini. Após oito meses e meio de estrada, o trio cruzou a fronteira dos Estados Unidos por Laredo, no Texas, em 1º de maio. A rota incluiu passagens por diversos países da América do Sul, Central e do Norte, além de desafios físicos e situações de risco. Problemas na Bolívia Na Bolívia, os ciclistas enfrentaram problemas provocados pela altitude. Já no oeste do Paraguai, passaram 24 horas sem acesso à água potável. Foi nesse momento que Conculini chegou a questionar se deveria continuar a viagem. — No dia seguinte, houve um único momento em que me perguntei o que estava fazendo ali. Acho que aquele foi o pior dia da viagem — relembrou. Travessia pela Colômbia Outro episódio marcante aconteceu na Colômbia. Enquanto jantavam em um restaurante, moradores locais recomendaram que permanecessem na cidade durante a noite após a explosão de um caminhão carregado com explosivos a cerca de 20 quilômetros dali. Apesar das dificuldades, Conculini destaca que a experiência foi enriquecida pelos lugares visitados e pelas pessoas encontradas ao longo do caminho, especialmente na Colômbia, Costa Rica e México. Toda a jornada foi registrada nas redes sociais por meio do perfil @enbiciandoalmundo. Enfim, Estados Unidos Ao chegarem aos Estados Unidos, os viajantes fizeram uma parada especial em San Antonio, no Texas. Lá, foram recebidos pelo ex-jogador argentino de basquete Manu Ginóbili, ídolo da NBA e lenda do San Antonio Spurs, durante uma partida das semifinais da Conferência Oeste. O destino final foi Kansas City, no Missouri, onde a seleção argentina realiza sua preparação. Para Conculini, a chegada, no início deste mês, simbolizou a conclusão de um capítulo extraordinário. — Chegar aqui representa a realização de algo enorme. Foram nove meses e meio de viagem por 17 países. O melhor momento não é porque a jornada está terminando, mas porque conseguimos cumprir o objetivo — afirmou. A missão, no entanto, ainda não estava completa. O trio enfrentou dificuldades para conseguir ingressos para os jogos da Argentina, disputados por torcedores de várias nacionalidades atraídos pela presença de Lionel Messi e pelo bom momento da equipe. A sorte mudou durante a participação na Kansas City Unity Cup, torneio de futebol amador realizado em Olathe, no Kansas. Além de serem homenageados pela façanha, os ciclistas receberam ingressos para a estreia da Argentina contra a Argélia. Mesmo assim, acompanhar todos os jogos da seleção continua sendo um desafio financeiro. — Eu gostaria de seguir a Argentina pelo maior número possível de partidas. Vamos fazer o que estiver ao nosso alcance, mas os ingressos são muito caros — disse Conculini. Agora, os três argentinos mantêm a esperança de assistir aos próximos compromissos da equipe no Texas, no estádio de Dallas, e seguir acompanhando Messi e seus companheiros nas fases decisivas da competição, com o sonho de chegar até a grande final, em Nova Jersey. Para eles, independentemente do resultado dentro de campo, a maior vitória já foi conquistada muito antes do apito inicial. Recompensa Após a chegada, o trio ainda conheceu parte da delegação argentina, incluindo o técnico Lionel Scaloni. Eles compartilharam fotos do encontro nas redes sociais.
Loucuras da Copa do Mundo: argentinos viajam 17 mil km de bicicleta para acompanhar Messi nos EUA
Viagem durou quase 10 meses, mas trio conseguiu chegar aos EUA para ver a seleção e Lionel Messi









