O primeiro-ministro anunciou a constituição de um fundo soberano para juntar e investir em empresas e sectores estratégicos, concentrando as que estão dispersas actualmente por diversas entidades, e integrando outras que sejam “estratégicas” e dêem retorno. Em paralelo corre a venda de posições não estratégicas em empresas, a aguardar formalização. Nestas mexidas uma certeza há: a posição da Galp Energia, empresa em processo de fusão de áreas de negócio com a espanhola Moeve e em que o Estado detém 8%, não é para vender, segundo informação apurada pelo PÚBLICO junto de fontes governamentais.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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22 de Junho de 2026

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