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A venda dos imóveis do Estado que foram deixados desocupados após a concentração de ministérios e serviços públicos num só espaço tem suscitado críticas por parte da oposição, académicos e activistas pelo direito à habitação, que defendem um uso diferente para estes edifícios, aptos para serem integrados na bolsa de habitação pública e com capacidade para albergar centenas de casas. O Governo não vê, contudo, "fundamento" para cancelar as vendas planeadas e, depois dos dois prédios no centro de Lisboa que já foram vendidos em hasta pública, por valores significativamente abaixo dos preços de mercado, outros destes imóveis públicos irão a leilão em breve.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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22 de Junho de 2026







