Na última Copa do Mundo, saiu dos pés de Lucas Paquetá a assistência para o gol de Neymar nas quartas de final contra a Croácia. O lance, já na prorrogação, certamente seria lembrado com mais entusiasmo pela torcida se o Brasil não tivesse sofrido o empate e, na sequência, amargado a eliminação nos pênaltis.
Apesar da frustração, o meia deixou o Qatar com uma boa impressão. Sob o comando de Tite, ele cumpriu seu papel tático, ajudando na defesa e na criação das jogadas. Então, com 25 anos, não era difícil imaginar que teria uma nova chance no maior palco do futebol. Mas não foi fácil.
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Quatro anos depois, Lucas Paquetá reconhece que "enxerga agora uma felicidade muito maior e tem mais gratidão" por voltar a vestir a camisa amarela em um Mundial.
"Não que antes eu não estivesse muito feliz, mas hoje, depois de ter passado por tanta coisa, eu enxergo uma felicidade muito maior", disse ele neste domingo (21), no hotel The Ridge, em Basking Ridge, onde a Seleção Brasileira está concentrada, em Nova Jersey.














