A recusa de Luís Montenegro em ceder nas regras para o despedimento e recurso ao outsourcing e na redução da idade de reforma foi a pedra no caminho que impediu o Chega de recolher os louros sobre os quais André Ventura fizera questão de gritar (literalmente) a “maior vitória de sempre” menos de 24 horas antes. A reforma laboral do Governo acabou por ser chumbada na Assembleia da República à hora do almoço desta sexta-feira pelo voto contra do Chega que, à última hora, se uniu à esquerda (PS, Livre, PCP, Bloco, PAN e JPP), sendo determinante para condenar ao fracasso a reforma laboral de Montenegro.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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19 de Junho de 2026
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