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Com a reforma laboral chumbada no Parlamento com os votos de todos os partidos da esquerda e do Chega, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, garantiu que o Governo “não vai desistir de dar a Portugal condições para o país seja mais competitivo”, dizendo que as propostas vão manter-se “inalteradas” e voltarão a ser apresentadas noutro momento. O chefe do Executivo reagiu a partir de Bruxelas, depois de ter participado numa reunião do Conselho Europeu, e responsabilizou o Chega pelo fracasso da reforma laboral, por fazer depender a sua aprovação da descida da idade da reforma, o que, justifica, implicaria “mexer na sustentabilidade da Segurança Social”, apesar de ainda ter proposto uma comissão para avaliar este impacto. Para Montenegro, o que aconteceu na concertação social, repetiu-se no Parlamento.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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19 de Junho de 2026