O presidenciável pelo PSD, Ronaldo Caiado, tem 51 policiais militares de Goiás, estado que governou até 31 de março, disponíveis para fazer sua segurança pessoal e de familiares em São Paulo.
A quantidade é maior do que a de um pelotão no Brasil, subdivisão militar composta por cerca de 40 soldados, e mais de seis vezes o limite de pessoal estabelecido para ex-presidentes.
Para o mais alto cargo da República, a previsão é de até oito servidores, quatro deles para segurança e apoio, quando terminado o mandato. A regra varia nos estados.
O político se mudou para São Paulo para movimentar a campanha à Presidência. Com ele, vieram os policiais, com número inflado depois que o secretário-chefe da Casa Militar de Goiás, Marco Aurélio Godinho, assinou no Diário Oficial do estado, em 1º de abril, um dia após a renúncia de Caiado, portaria com novas regras sobre a segurança de ex-governadores.
Godinho estipulou que as ações se estendem a familiares do ex-governador. O político também pode indicar quais policiais militares vão compor a equipe, em caso de disponibilidade. A portaria determina ainda que "a estrutura de transporte e hospedagem, e os demais recursos logísticos necessários à execução das medidas de segurança" ficam a cargo da Casa Militar do estado.














